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Johnnie Walker – Video Institucional

A marca mais famosa de wiskies do mundo, lançou há alguma tempo, este video institucional. O ator é Robert Carlisle, conheço ele de Trainspoting The Full Monty.

O video, explica o legado da produtora de wiskies, de como um homem conseguiu sozinho erguer um império através de uma bebida. O Old Highland Wiskhy, aquele homenzinho que está estampado nos rótulos das garrafas, é facilmente reconhecido de longe.

O video foi feito pela JW em  associação com a  BBH London, eles demoraram 40 tomadas, pra conseguir esse resultado que ilustra toda a história da marca.

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O homem que morreu de propaganda

“O video mostra que, do mesmo jeito que sabemos dos efeitos nocivos de um belo junk food goela abaixo, deveríamos também, ter consciencia do que as coisas que comemos com os olhos e ouvidos podem ter consequencias muito piores.”

O pessoal da Thought Bubble produz uns videos bem interessantes. Esse acima, chamado “Junk Thought” foi feito para a galera do Ad Busters. Eu não sabia que “poluição” era um termo usado para as coisas que “sujavam” o sagrado e a alma e que só no século 19 é que começou a ser usada no sentido mais ambiental que conhecemos hoje. O video mostra que, do mesmo jeito que sabemos dos efeitos nocivos de um belo junk food goela abaixo, deveríamos também, ter consciencia do que as coisas que comemos com os olhos e ouvidos podem ter consequencias muito piores. Claro que sendo uma produção para Ad Busters os caras detonam mais a propaganda, mas o excesso é de informação de modo geral mesmo.

No video tem também um trechinho de um conto escrito em 1866 pelo francês  Emile Zola, “Death by Advertising” sobre um sujeito ingenuo que simplesmente consumia tudo o que lhe era sugerido pela propaganda.

Emile Zola teve sua biografia filmada pela WB em 1937 e ainda levou o Oscar de melhor produção daquele ano. Veja aqui um pouco mais sobre Zola e aproveite para ver como era um trailer naquela época.

Créditos: Update or Die

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Como será a publicidade em 2010?

Apontaremos algumas tendências que podem acontecer no marketing e na publicidade em 2010. Observando o que aconteceu em 2009, vamos brincar de vidente e fazer algumas previsões exageradas (ou não) para este ano que se inicia.

Marketing político

Esse será o primeiro ano onde a internet terá um papel realmente importante na campanha dos candidatos às eleições. Se bobear, teremos um desfile de slogans que lembrem um certo “yes, we can” e políticos jogando Colheita Feliz, Farmville ou Mafia Wars. Tudo em nome da “interatividade” com os eleitores, como rezam os papas das redes sociais.

Copa do Mundo

Nos primeiros seis meses, encontraremos vários anúncios de oportunidade sobre o mundo do futebol, com trocadilhos até dizer chega. Caso a seleção brasileira conquiste o hexa, o prazo se estenderá até o final do ano. Caso contrário, ninguém mais tocará no assunto.

Formspring como meio publicitário

No final de 2009, o Formspring fez um sucesso tão grande que não duvido de que as agências já estão pensando na melhor forma de anunciar os produtos dos seus clientes por lá ou transformá-lo em um “SAC 2.0” da empresa. E certamente vão desistir da ferramenta quando algum consumidor insatisfeito mandar uma pergunta indiscreta ou reclamação sobre ela.

Marketing de guerrilha

Os clientes vão fazer ações desse tipo com mais freqüência. Mas até os resultados das vendas chegarem, eles ainda ficarão com um pé atrás achando que, no fundo, isso é uma espécie de teatro de rua que eles não entenderam o roteiro.

Publieditoriais

Em ano de eleição, a blogosfera será assediada pelos políticos? Uma pergunta que será respondida daqui a alguns meses, já que cada blogueiro sabe o valor da sua credibilidade e se vale a pena ou não virar garoto-propaganda do partido.

E aí, qual a sua previsão para o mercado em 2010?

Fonte: http://migre.me/fIbd.

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Adwords – Otimizar pagina de destino

Quem acredita que uma simples otimização numa campanha do AdWords é a solução de todos os problemas, pode estar enganado. Em várias ocasiões notamos que melhorias na lista de palavras-chave, anúncios e estrutura de uma campanha não são suficientes para alavancar a quantidade de conversões de um cliente. O problema, muitas vezes, está na pagina de destino.


Você sabia que seus visitantes decidem dentro dos primeiros 8 segundos se querem ficar ou não no seu site? E que mais de 50% dos visitantes clicam no botão “voltar” ao cair numa página? Ou seja, fica claro que a primeira impressão é fundamental. Causar uma boa primeira impressão pode fazer a diferença entre uma taxa de rejeição (quer dizer que seus usuários vão embora do site na primeira página) de 80% ou uma de 20%.


Quando analisamos uma página, notamos que muitos cometem um ou mais dos 7 pecados capitais. São eles:


  1. Um apelo à ação pouco claro. Isso ocorre quando os links ou botões que levam a uma conversão estão escondidos ou camuflados. Deixe sempre a ação visível e fácil de encontrar.
  2. Muitas informações e possibilidades. Já caiu numa página que oferece cerca de 90 produtos de uma só vez? Imagina o que isso pode fazer com o processo de decisão de seu potencial cliente. Se você tem milhares de ofertas, organize-os em categorias.
  3. Distrações visuais. Isso ocorre quando pop-ups escondem a barra de navegação ou você encontra uma imagem não relevante que pisca e distrai o visitante. Use gráficos de maneira coerente e evite pop-ups.
  4. Muito texto. Textos longos que exigem muita atenção do usuário podem prejudicar seu site. Muitas vezes as informações importantes ficam escondidas no mar de palavras. Organize seu texto com imagens relevantes e destaque os itens mais pertinentes.
  5. Formulários longos. Está comprovado: quanto mais campos, menos conversões. Analise criticamente se todas as informações de um formulário são realmente necessárias. Deixe formulários curtos e precisos, pois é sempre possível pedir mais informações no futuro.
  6. Site passa pouca confiança. Não esconda os selos de parcerias ou de segurança (como logotipos de credibilidade) no final da página. Deixe-os amostra no início da página.
  7. Não há relevância entre os anúncios e a página de destino. Seus anúncios devem corresponder ao conteúdo/oferta da página. Imagine a frustração do seu potencial cliente se ele clicar num anúncio que oferece pneus e é direcionado a uma página que vende flores… Evite também tentar enganar um visitante com promoções e descontos fictícios. Você certamente perderá credibilidade.

Entendo que seja difícil analisar uma página de maneira crítica para encontrar os gargalos que prejudicam o processo de conversões. Porém trata-se de um passo necessário para melhorar seus resultados! Além dos pontos mencionados acima, recomendo o uso do Google Analytics para monitorar o comportamento de visitantes.

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Dicas para implementar a função de planejamento na sua agência

Dicas preciosas não só para agências sem planejamento, mas também para aquelas em que a função não está bem estabelecida.

Como implementar um planejamento que funciona

Leon Phang

Aqui vão algumas dicas para agências que ainda não possuem a função de planejamento, mas gostariam de ter – talvez uma agência pequena ou média com alguma ambição.
Obviamente, não há razão para convencer outros planners dos milagres do planejamento. Portanto, este post é para o restante de vocês.

Tenho total consciência de que profissionais de atendimento e de criação são capazes de fazer um planejamento satisfatório. No entanto, acredito fortemente que a especialização conduz à excelência. Em resumo, um planner full-time tem mais possibilidades de envolvimento comparado a profissionais que dividem a função de planejar e atender. Essa perspectiva, entretanto, diz respeito à função de planejamento em tempo integral.

Na Jung Von Matt da Suécia, eu cheguei como primeiro planejador. Nove meses depois, com a função de planejamento bem estabelecida, a maneira como a agência trabalha parece bem diferente. Portanto, com base na minha experiência, seguem 3 passos para criar esta 3ª disciplina:

1. Defina um propósito

Planejamento não é trabalho terapêutico. Ou pelo menos não deveria ser. A gestão da agência deve saber claramente porque precisa de planejamento.

Visão gerencial. O planejamento como recurso precisa estar alinhado à visão da agência. O que o planejamento pretende alcançar em termos de criatividade, eficiência operacional, inspiração, inovação, pensamento estratégico, efetividade de campanha?

Compromisso e apoio. A função do planejamento não pode ser um projeto de curto prazo, pois mudanças organizacionais levam tempo para serem implementadas e os benefícios levam tempo para cristalizar. A gestão deve estar compromissada a testar novos formatos organizacionais, ser paciente com o valor agregado e apoiar a função de planejamento com recursos tais como tempo, pessoas, dinheiro e treinamento, para fazê-la funcionar.

2. Assuma uma posição

Segundo um famoso planner disse: o planejador é a pessoa mais dispensável na agência. Eu concordo plenamente com isso, e, qualquer planner que pensa assim terá a seguinte responsabilidade para com a sua equipe:

Credibilidade. O planejador deve, por definição, conquistar a confiança e o respeito do pessoal do atendimento e da equipe de criação. Sem isso, o planner será, provavelmente, colocado de lado. Ser esperto e demonstrar inteligência é um requisito básico. Falar a mesma língua dos criativos e do atendimento (mas não ser um deles) ajuda. Tornar a vida deles mais fácil é uma boa alternativa.

Um papel claro. Planejamento não é somente teoria ou a aplicação dela, mas um papel que deve ser definido em uma equipe formada pelo diretor de atendimento/estrategista, diretor de criação e equipe de criação. Sem um papel claro, o planner ficará confuso. Um bom ponto de partida é estreitar o papel do planejamento, que pode ser definido como mais estratégico ou mais criativo.

3. Crie espaço

O planner precisa de um palco permanente para fazer a agência crescer e se desenvolver. A única maneira de estabelecer este palco é mudando a maneira como a agência trabalha em termos de:

Processos. O planejamento deve ser integrado à rotina de processos. Dependendo de quem estará no “recebimento final”, o fluxo de trabalho da agência será um processo de 2 ou 3 passos, geralmente definido pela fase da pesquisa/análise > estratégia/conceito > criação/desenvolvimento da idéia ou equivalente. O ponto é não criar rótulos ou tornar as coisas complicadas, mas ter certeza de que o planner tenha tempo suficiente e o resto da equipe faça as coisas com o mínimo de sobreposição (o processo todo).

Rotina. Quando o planejamento é usado esporadicamente, sua qualidade cai. O modelo mental da agência deve ser de utilizar sempre o planejamento, e, quando não for necessário, optar pelo não uso. E não o contrário.

Por ultimo, planejamento é como qualquer outro trabalho. Tem a ver com personalidade, competência, etc.

Créditos: CHMKT

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Brand equity

O que é brand equity?
Um aspecto imaterial de valor acrescentado de um determinado bem que por outro lado não é considerado único.

Simplificando:
Quando você vê essas marcas, você consegue associá-las ao nome, empresa, serviço que oferece?

Isso significa que o valor da marca esta forte.

Brand Equity pode ser definido como um conjunto de ativos (ou passivos) ligados a uma marca, seu nome e seu símbolo, que se soma (ou se subtrai) do valor proporcionado por um produto ou serviço para uma empresa ou para os consumidores dela. Se o nome da marca for mudado, alguns ou todos os ativos (ou passivos) podem ser afetados, e mesmo perdidos.

É importante registrar que conjunto de ativos e passivos, no qual o conceito de Brand Equity se baseia, é diferente de ambiente para ambiente (mercado, tipo de empresa, perfil de consumo, etc.).

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16. abr, 2009
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A busca pela inspiração

Coloribus.com é um site com grandes campanhas e anunciantes que criaram propagandas com a mesma ideia visual ou conceitualmente iguais. Algumas são cópias mas não se sabe quem copiou de quem, outras são resultados de pessoas com idéias parecidas que pensaram da mesma forma.

Você já teve alguma ideia e quando menos esperava, descobriu que alguém já tinha pensado da mesma forma?
Vale apena navegar…

Keep Moving
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16. abr, 2009