1 0 Archive | maio, 2009
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FILME ANJOS E DEMÔNIOS

Três anos depois do lançamento do filme “O código Da Vinci”, chega aos cinemas a adaptação de “Anjos e demônios”.

Foto: Divulgação/Divulgação

Tom Hanks ganha uma nova companheira de aventura, a atriz israelense Ayelet Zurer (Foto: Divulgação)

Na nova produção, Tom Hanks volta a encarnar o simbologista Robert Langdon, que centraliza a trama, e a direção mais uma vez fica nas mãos de Ron Howard. Só que desta vez o cineasta aposta mais pesado na ação e na polêmica para atrair o público e se redimir da sonolência causada pelo primeiro filme da série em leitores e não leitores de Dan Brown.

Outra novidade é a nova companheira de aventura de Hanks: sai Audrey Tautou, entra a atriz israelense Ayelet Zurer, pouco conhecida da plateia, que vive a cientista Vitória. O elenco também traz Ewan McGregor, que tenta convencer no papel de camerlengo, um cardeal que administra a Igreja entre a morte de um papa e a eleição de um sucessor.

Ambientado quase totalmente em Roma e no Vaticano, ”Anjos e demônios” traz cenas de ação de tirar o fôlego, que exploram os labirintos de ruelas e monumentos espalhados por essa bela cidade.

Na trama, a batalha entre ciência e fé assume contornos ainda mais evidentes e, consequentemente, polêmicos. O longa foi condenado pelo Vaticano, que chegou a aconselhar que os fiéis façam um boicote. Mas o que teria incomodado tanto a Santa Sé?

Trama

O filme começa com a morte do papa em Roma, ao mesmo tempo em que, em um laboratório na Suíça, cientistas conseguem criar a antimatéria, depois de décadas de tentativa.

Em seguida, Langdon recebe um pedido de ajuda do Vaticano, que está preocupado com o surgimento de conspirações dentro da Igreja e com a ameaça de uma organização secreta, os Iluminati, que planeja assassinar os principais candidatos ao posto do pontífice. Assim, o simbologista se une à cientista para tentar decifrar pistas e salvar a vida dos cardeais ameaçados, correndo contra o relógio.

Entretanto, como já é esperado nas histórias de Dan Brown, o protagonista segue em linha reta só até um certo ponto, já que novas descobertas podem leva-lo a rever seus conhecimentos iniciais.

Num movimento similar,  neste filme, o diretor também parece rever sua experiência anterior, arriscando uma adaptação menos fiel ao livro e mais comprometida em entreter o espectador do que em ressaltar os supostos saques de gênio do autor. O resultado é uma produção mais divertida e ágil do que a primeira e não tão ofensiva ao Catolicismo quanto pode parecer.

Fonte: G1

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E-commerce -> Conquistando clientes fiéis

ecommerce

Promoções, compras em conjunto, descontos em datas especiais, fretes grátis. Além da comodidade de comprar em casa e da variedade de produtos, é impossível ignorar a importância do preço baixo na hora de conquistar o cliente. A facilidade de encontrar boas condições de preço na internet torna ainda mais importante a agilidade dos sites para enfrentar a concorrência. Conheça algumas das técnicas mais eficazes de conquistar clientes fiéis:

  • Escolha produtos de grande apelo para promoções, motivando o consumidor a fazer a escolha assim que receber a propaganda.
  • Estimule a compra conjunta, oferecendo produtos relacionados entre si.
  • Crie uma data para o final da promoção, de preferência bem próxima ao seu início. Isso estimula o consumidor a decidir o mais rápido possível pela compra.
  • Cumpra os prazos de final das promoções, para manter a credibilidade delas junto aos consumidores.
  • Ofereça fretes grátis sempre que puder. Assim, o cliente não precisa calcular custos extras e se sente animado a comprar.
  • Ofereça suporte necessário ao consumidor. Destaque os produtos em promoção no site e abasteça a página com todas as informações possíveis para ajudá-lo a escolher. Evite que ele precise tirar dúvidas, especialmente no caso de promoções de curta duração, quando dias e até horas fazem diferença na possibilidade de compra.

Um site ágil complementa a boa impressão gerada pelo preço baixo – e garante a volta do cliente.

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Churrasco online

A Smirnoff, vodca líder em vendas no Brasil e no mundo, descobriu que 2 das maiores paixões dos brasileiros, o churrasco e a caipirinha, tem muito em comum. Uma pesquisa feita pela marca apontou que 44% do público considera o churrasco como a melhor ocasião para se consumir o drinque. Com esta informação em mãos, a marca se aliou ao frigorífico Wessel e criou um canal de relacionamento chamado Churraskeiro.

O espaço traz diversas facilidades para incentivar a interação entre os internautas, como dicas exclusivas de especialistas, um blog sobre o tema, vídeos sobre preparo da carne, calculadora para acertar na quantidade de comida e bebida, além de ferramentas como o Flickr, Yahoo Respostas e o Yahoo Grupos. O internauta pode também imprimir a lista de compras, checar a previsão do tempo do dia marcado e enviar convite digital aos amigos, torpedos SMS como lembrete e o mapa para chegar ao local do evento. Após o churrasco, é possível colocar fotos e vídeos do encontro para quem quiser ver.

A iniciativa de convidar consumidores a experimentar e se relacionar com produtos também no ambiente virtual. Uma idéia brilhante, porém simples, capaz de conectar pessoas em torno de uma marca (ou duas) e de um tema que todos adoram.

Acesse: http://www.churraskeiro.com.br

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13. mai, 2009
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Dicas para implementar a função de planejamento na sua agência

Dicas preciosas não só para agências sem planejamento, mas também para aquelas em que a função não está bem estabelecida.

Como implementar um planejamento que funciona

Leon Phang

Aqui vão algumas dicas para agências que ainda não possuem a função de planejamento, mas gostariam de ter – talvez uma agência pequena ou média com alguma ambição.
Obviamente, não há razão para convencer outros planners dos milagres do planejamento. Portanto, este post é para o restante de vocês.

Tenho total consciência de que profissionais de atendimento e de criação são capazes de fazer um planejamento satisfatório. No entanto, acredito fortemente que a especialização conduz à excelência. Em resumo, um planner full-time tem mais possibilidades de envolvimento comparado a profissionais que dividem a função de planejar e atender. Essa perspectiva, entretanto, diz respeito à função de planejamento em tempo integral.

Na Jung Von Matt da Suécia, eu cheguei como primeiro planejador. Nove meses depois, com a função de planejamento bem estabelecida, a maneira como a agência trabalha parece bem diferente. Portanto, com base na minha experiência, seguem 3 passos para criar esta 3ª disciplina:

1. Defina um propósito

Planejamento não é trabalho terapêutico. Ou pelo menos não deveria ser. A gestão da agência deve saber claramente porque precisa de planejamento.

Visão gerencial. O planejamento como recurso precisa estar alinhado à visão da agência. O que o planejamento pretende alcançar em termos de criatividade, eficiência operacional, inspiração, inovação, pensamento estratégico, efetividade de campanha?

Compromisso e apoio. A função do planejamento não pode ser um projeto de curto prazo, pois mudanças organizacionais levam tempo para serem implementadas e os benefícios levam tempo para cristalizar. A gestão deve estar compromissada a testar novos formatos organizacionais, ser paciente com o valor agregado e apoiar a função de planejamento com recursos tais como tempo, pessoas, dinheiro e treinamento, para fazê-la funcionar.

2. Assuma uma posição

Segundo um famoso planner disse: o planejador é a pessoa mais dispensável na agência. Eu concordo plenamente com isso, e, qualquer planner que pensa assim terá a seguinte responsabilidade para com a sua equipe:

Credibilidade. O planejador deve, por definição, conquistar a confiança e o respeito do pessoal do atendimento e da equipe de criação. Sem isso, o planner será, provavelmente, colocado de lado. Ser esperto e demonstrar inteligência é um requisito básico. Falar a mesma língua dos criativos e do atendimento (mas não ser um deles) ajuda. Tornar a vida deles mais fácil é uma boa alternativa.

Um papel claro. Planejamento não é somente teoria ou a aplicação dela, mas um papel que deve ser definido em uma equipe formada pelo diretor de atendimento/estrategista, diretor de criação e equipe de criação. Sem um papel claro, o planner ficará confuso. Um bom ponto de partida é estreitar o papel do planejamento, que pode ser definido como mais estratégico ou mais criativo.

3. Crie espaço

O planner precisa de um palco permanente para fazer a agência crescer e se desenvolver. A única maneira de estabelecer este palco é mudando a maneira como a agência trabalha em termos de:

Processos. O planejamento deve ser integrado à rotina de processos. Dependendo de quem estará no “recebimento final”, o fluxo de trabalho da agência será um processo de 2 ou 3 passos, geralmente definido pela fase da pesquisa/análise > estratégia/conceito > criação/desenvolvimento da idéia ou equivalente. O ponto é não criar rótulos ou tornar as coisas complicadas, mas ter certeza de que o planner tenha tempo suficiente e o resto da equipe faça as coisas com o mínimo de sobreposição (o processo todo).

Rotina. Quando o planejamento é usado esporadicamente, sua qualidade cai. O modelo mental da agência deve ser de utilizar sempre o planejamento, e, quando não for necessário, optar pelo não uso. E não o contrário.

Por ultimo, planejamento é como qualquer outro trabalho. Tem a ver com personalidade, competência, etc.

Créditos: CHMKT

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Castelinhos de areia

Se você se lembra de uns quadrinhos antigamente (ja tem muitos anos que não vejo mais), que tinham areinhas coloridas e quando se movimentavam faziam várias formas diferentes? http://thisissand.com/

Castelinhos de areia

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11. mai, 2009
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Design de Interação em Publicidade e Marketing

A Publicidade está sempre atrás de novas tecnologias que possam ser usadas para chamar a atenção do consumidor. Com Design de Interação é possível criar experiências de interação não só com a Web, mas também com celular e instalações interativas.

Veja esta campanha da Neosaldina envolvendo mídia externa que disparava interação mobile. Os transeuntes são convidados a mandar SMS dizendo se o Rio está feliz ou não e o sorriso no outdoor aumenta de tamanho, demonstrando o índice do dia.

No site da campanha é possível verificar o histórico dos dias e ver que no final do mês de outubro alguma coisa (provavelmente alguma demonstração pública de violência) fez os cariocas expressarem infelicidade. Faltou um mashup com as notícias do dia dos principais jornais do Rio pra saber o real motivo.

Ao invés de se posicionar no centro da interação, a marca se coloca como uma mediadora entre o indivíduo e a comunidade em que vive. Através da Neosaldina o carioca pode saber o que os outros estão pensando em relação à campanha e também à sua cidade.

Fonte: Imasters

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06. mai, 2009