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Branding e Design

O Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criasse uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar. Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos aa potenciar o valor do produto e da empresa dona da marca. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade.

É tão simples como dizer… é de marca é de confiança. Existe um valor originado pela marca e que obviamente tem a ver com a actividade desenvolvida pelas agências de publicidade quando fazem branding, ou seja, trabalho de marca.

Já todos ouvimos falar que preferimos os produtos de marca, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros sem o poder da marca. Mas quando temos a possibilidade de optar, optamos pelo produto de marca, na maior parte dos casos. Quando isto acontece está a haver branding.

Mais do que projetar ou criar uma identidade, é preciso acrescentar um conceito de valor e positividade ao projecto, e geri-lo, e isso deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e do seu produto.

É importante entender que marca não é só visual: está em todas as dimensões sensoriais e que uma pesquisa concreta hoje (design innovation) envolve disciplinas como antropologia.

Produtos são feitos em fábricas. Marcas são feitas e existem apenas na cabeça do consumidor.

Pensar a marca da empresa é analisar a fundo toda a sua história, como chegou onde chegou, como funciona atualmente e onde pretende chegar. É determinar suas estratégias de diferenciação – ainda que sua estratégia não seja inovação (exemplo da Pepsi).

As estratégias de diferenciação podem ser:
Tecnologia: envolve esforço e investimento
Processos: logística
Inovação: ato contínuo
Marca: experiência vivida pelas pessoas que a absorvem (para não usar o termo “consomem”).

Basta olharmos para Google, Coca-Cola, Nike e outras tantas marcas conhecidas por praticamente todas as pessoas no mundo que mais do que identificarem seu logotipo, percebem e sentem o que elas representam – cada um a sua maneira (de acordo com cultura, idade, classe social), mas certamente com a sua filosofia como real “identidade corporativa”. Porque possuem um “posicionamento único, claro e diferenciado”.

“Pensar é desenhar em sua mente”
“Não existem fatos, só interpretações” (Nietzsche)
“Não vemos as coisas como são. Vemos como nós somos.” (Anais Nin)

Se o design atrai público e formula a mente das pessoas, que empresas e empresários reconheçam o seu real significado para que um trabalho de marca possa ser construído a partir da sua essência.

Créditos: Wikipedia, Webinsider

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16. abr, 2009

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